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domingo, 17 de março de 2013

JOVENS SOFREM COM A FALTA DE PLANEJAMENTO FINANCEIRO



A situação de endividamento dos jovens no Brasil é crescente, dados para comprovar este fato não faltam. 
Mais o que leva a esta situação? 
Fatores primordiais são a inexperiência no trato com o dinheiro, os impulsos consumistas e a facilidade em obter crédito fazem com que cresça o número de jovens brasileiros endividados. Mudar essa situação, organizando as finanças, é cada vez mais difícil e para isso os jovens devem saber o que fazer com os primeiros salários e bolsas-auxílios.
Os jovens até 20 anos estão começando a ter acesso efetivo a ferramentas de crédito, e estão assumindo o controle de suas finanças, entretanto, em sua maioria eles não tiveram acesso a educação financeira. O que faz com que ao terem dinheiro nas mãos acreditem que possam adquirir tudo que antes era impossível, utilizando parcelamento ou outras linhas de créditos que são na verdade dívidas.
É importante viver o presente, mas, isso não impede que já nos primeiros salários se comece a planejar e construir o futuro com segurança para ter a certeza de uma vida melhor, com mais qualidade, e mais no futuro um aposentadoria tranquila.
Para isso é preciso uma mudança imediata na forma com que os jovens trabalham o dinheiro. É necessário aprender a planejar para realizar sonhos e objetivos, saber o quanto eles custam, quanto tempo levará para realizá-los, e, principalmente, quanto dinheiro mensal será reservado.
É importante estabelecer uma relação saudável com as finanças desde cedo, porque, afinal, vivemos em uma sociedade capitalista, na qual o dinheiro é um meio para a realização pessoal. Assim, estabelecendo relações, incitando a reflexões e transmitindo conhecimentos, é importante que o jovem assuma as rédeas da própria vida financeira, por meio de um modo simples e eficaz de lidar com o dinheiro que é priorizar os sonhos. Por isso elaborei o ciclo para o jovem ficarem sem dívidas:

Ciclo da Vida sem Dívidas

Diagnosticar

·     Fazer um diagnóstico financeiro anualmente
·     Distinguir o que é essencial do supérfluo
·     Combater o analfabetismo financeiro
·     Saber o que é consumismo
·     Avaliar criticamente o marketing publicitário
·     Tomar cuidado com o crédito fácil

Sonhar

·     Ter no mínimo três sonhos: o de curto, o de médio e o de longo prazo
·     Saber a diferença entre desejo imediato e sonho verdadeiro
·     Definir prazos para realizar cada sonho
·     Priorizar sonhos no orçamento
·     Guardar sempre dinheiro para cada um dos sonhos

Orçar

·     Gastar menos do que ganha
·     Adotar modelo de orçamento que priorize o sonho
·     Ter sempre uma reserva para uma situação de emergência
·     Comprar sempre à vista e pedir descontos
·     Evitar compras em parcelas a perder de vista
·     Viver dentro do orçamento e nunca fora dele

Poupar

·     Poupar mensalmente parte do que ganha para os sonhos
·     Evitar pagamento de juros do cheque especial, cartão de crédito e de financiamentos
·     Investir de acordo com o tempo de realização dos sonhos
·     Dar preferência para investimentos de baixo risco
·     Respeitar o dinheiro, poupando tanto quanto for possível

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O QUE FAZER PARA TER UM PRÓSPERO ANO NOVO



Caros amigos, entre alguns artigos que vasculhei na internet, deixo abaixo um que considero de interesse da grande maioria...


...o ano passou voando e estamos a pouco mais de dois meses do Natal, Revellion e Férias de Verão; muito bem, este é um bom momento para algumas decisões.


Vejam algumas dicas de Antonio De Julio, instrutor da MoneyFit e consultor de Economia:


Já reparou que o ano “acaba” cada vez mais cedo? Outubro mal chegou e já temos panetone nos supermercados, veículos versão 2012 nas concessionárias, decoração natalina à venda e por aí vai. Ou seja, o 13º salário nem entrou na conta dos brasileiros e o comércio já está “seduzindo” o consumidor para que ele gaste antes mesmo de receber.


É importante lembrar que, depois de toda festa regada a muita bebida, vem uma forte ressaca. Estamos falando de janeiro, o mês dos “Is”. IPVA, IPTU, “Ihhhhh, faltou dinheiro para a matrícula dos filhos” e por aí vai. Lembrando que a previsão é de aumento da inflação, o que inclui o IGP-M, utilizado para calcular o reajuste de contratos de aluguel de imóveis.


Em geral, quem consegue enfrentar o mês de janeiro sem entrar no vermelho tem grandes chances de manter as contas em dia no decorrer do ano. Mas, para isso, é preciso se planejar. Veja algumas dicas:


1) Conheça a si mesmo antes de começar o ano novo: saiba quanto gastou por mês com água, luz, combustível, supermercado, compras, lazer e prestações em 2010. Coloque essas despesas em uma planilha e veja o que pode ser reduzido. Despesas relacionadas ao consumo (despesas variáveis) são mais fáceis de abater. O seu extrato bancário dos últimos 12 meses pode dizer maravilhas (ou não) ao seu respeito. Faça um mapa de todos os financiamentos e prestações adquiridas em 2010 e veja o quanto precisa de sua renda para tratar desses assuntos.
2) Só pense em adquirir um novo bem se tiver condições financeiras.
3) Aprenda como funcionam os juros compostos nas compras a prazo. Não se iluda com a avaliação de que a parcela cabe no seu bolso. Antes de fechar uma compra, calcule como e quanto irá pagar pelo produto.
4) Dedique parte de seu tempo para pensar em sua carreira profissional. Será que na mesma empresa onde trabalha não existe uma oportunidade melhor? E nas outras empresas? Não vale a pena disparar alguns currículos, com a tranquilidade de estar empregado?
5) Não é só de empréstimos e financiamentos que vive o mundo. Se já tem um carro e pode esperar um pouco, um consórcio pode ser uma boa pedida para comprar um novo. Fuja do imediatismo.
6) Converse com sua esposa e filhos sobre planejamento doméstico. Um time que joga unido tem mais chances de ser campeão do que um time que tem um artilheiro que não passa a bola pra ninguém.
7) Quem deve cuidar da sua saúde financeira é você. Conheça os planos que seu banco oferece e as taxas que ele cobra. Por mais experiente que o seu gerente seja, quem sabe onde aperta o calo é você.
8) Seja realista: não adianta querer ter uma casa na praia ou fazer a viagem dos sonhos devendo no cartão de crédito e no cheque especial. Concentre-se em quitar seus compromissos e pense duas vezes antes de contrair uma nova dívida.
9) Cheque especial não é complemento do salário. O cheque especial só deve ser usado em situações reais de emergência.


Lembre-se: o importante é viver em paz com nosso dinheiro, que deve ser a base para a prosperidade, para o futuro. E não existem grandes fortunas sem pequenos investimentos. Quem gasta mais do que ganha, não está apenas contraindo dívidas. Está deixando de plantar as sementes de seu futuro.

terça-feira, 22 de março de 2011

CONHEÇA OS REQUISITOS DA NBR ISO 14001:2004 E TENHA UM LAR SUSTENTÁVEL – PARTE III


Conforme vimos no post anterior, o primeiro passo para adotarmos em nosso lar uma postura sustentável é a identificação dos maiores “Vilões’ da natureza e do nosso bolso e ainda, como percebemos, cada lar possui características e aspectos ambientais com relevâncias diferentes.

Coletadas as informações, tabuladas e valoradas nas tabela disposta na Parte II, passaremos ao momento de definirmos objetivos e estabelecermos Metas.

Segundo a NBR ISO 14001:2004:

4.3.3 – Objetivos, metas e programas:

A organização deve estabelecer, implementar e manter objetivos e metas ambientais documentados, nas funções e níveis relevantes na organização.

Em nosso lar, devemos entender que, objetivos e metas devem ser mensuráveis, possíveis de serem atingidos (exeqüíveis), e coerentes com a realidade da família, incluindo-se os comprometimentos de todos os membros com o que foi acordado.

Ao estabelecer e analisar seus objetivos e metas devemos considerar as medidas mais simples e baratas para a receita doméstica, bem como a conscientização de todos sobre a política dos 3 R’s – Reduzir, Reaproveitar e Reciclar.

Devemos, assim, estabelecer, implementar e manter espécies de programa(s) para atingir esses objetivos através da conclusão de metas.

Esse(s) programa(s) deve(m) incluir:

a) atribuição de responsabilidade dentro do lar para atingirmos os objetivos e metas; lembrem-se que é uma ação coletiva e envolve toda família, e

b) os meios e o prazo no qual eles devem ser atingidos.

Exemplo de uma Tabela de Acompanhamento de Programas:

Aspecto Ambiental- Programa
Prioridade
Descrição de ações tomadas
Objetivo
Meta
Responsável
Prazos
Indicador


































É recomendado que os objetivos e metas sejam específicos e mensuráveis, sempre que possível. Por exemplo, a diminuição no consumo mensal de água, o parâmetro será sempre a conta da Cia de Abastecimento e Saneamento (nesse caso lembrem-se que pagamos em dobro pela água que entra e esgoto que sai). O Objetivo é a economia constante do recurso hídrico (água) e da renda familiar também, já as metas serão mensais e pautadas pela diminuição gradual no consumo.

A criação e o uso de um ou mais programas são importantes para a implementação bem-sucedida de um sistema da gestão ambiental em nosso lar. É recomendado que cada programa descreva como os objetivos e metas serão atingidos. Por exemplo, programa de diminuição no consumo de energia elétrica, diminuição no consumo de água, coleta seletiva e destinação adequada de recicláveis, etc.

Observem que em todos os programas podemos identificar os três requisitos da Sustentabilidade, ou seja, responsabilidade social, econômica e ambiental.

Bem, após desenvolvidos os programas, cabe a sua manutenção, responsabilidade essa de toda a família, a qual será diretamente beneficiada.

Meus amigos, termino essa série de 3 Posts desejando que o pouco descrito aqui gere a curiosidade, e a curiosidade gere pesquisa e a pesquisa ação; isso é evolução e a melhoria só existe oriunda desse processo.

Seu bolso agradecerá; a Natureza já nos agradece. Todos os dias, nos possibilitando continuar nossa jornada e das gerações futuras também.

Muita paz e consciência a todos.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

HORA DE APERTAR O CINTO OU COSTURAR O BOLSO?


Segundo algumas previsões de economistas e especialistas de mercado consumidor no varejo, o brasileiro ficará mais inadimplente em 2011em relação a 2010.

Alguns apostam em uma inadimplência que deve encerrar o ano com taxa de aproximadamente 5%, e sua tendência é o crescimento para 2012. Já os menos otimistas apostam em taxas de 6% já em janeiro, chegando a 15% no terceiro mês deste ano.

Tudo isso devido ao aquecimento das vendas no Natal, em decorrência de uma população que antes não tinha acesso ao crédito, do alongamento dos prazos, e principalmente da falta de planejamento das famílias e o consumismo desenfreado, tornando o primeiro quadrimestre do próximo ano é motivo de atenção, observa José Antonio Praxedes Neto, Presidente do Telecheque.

Já para os economistas da Serasa Experian, "a estabilidade registrada pelo indicador em agosto de 2010 sinaliza que a inadimplência do consumidor tende a se estabilizar, pelo menos até o início de 2011". Os analistas afirmam ainda que "eventuais elevações do nível de inadimplemento dos consumidores não seriam suficientes para reverter à atual trajetória de crescimento do crédito às pessoas físicas".


Aliado ao aperto da política monetária, com aumento dos compulsórios e provável alta nos juros, também deve contribuir para que a inadimplência seja maior em 2011 e, além disso, o próximo ano não contará “com uma evolução tão favorável do mercado de trabalho”.

Entre os vilões do orçamento brasileiro estão as dívidas não bancárias (cartões, lojas, prestadores de serviços e financeiras) foram as principais responsáveis pela alta de 5% apurada no ano. Segundo cálculos da Serasa, o atraso deste tipo de débito cresceu 35,5% em relação ao ano passado.

Em 2010, a população que recebe de dois a três salários mínimos foi a que mais apresentou contas em atraso (21,8%), seguida por aqueles com rendimento mensal entre um e dois mínimos (21,3%) e entre três e quatro mínimos (15,5%). Por gênero, as mulheres foram as que mais se endividaram (54,3%), assim como os consumidores entre 30 e 50 anos, que responderam por 50% das dívidas em atraso. Os gastos com vestuário (18,5%), serviços diversos (16%) e alimentos (10,1%) foram os maiores vilões do orçamento do consumidor brasileiro em 2010.

Diante de tantas e antagônicas previsões compete a cada um de nós maior conhecimento dos gastos fixos, planejamento em médio prazo e, principalmente, controlar a compulsão na hora de comprar; assim 2011 será muito mais suave, menos estressante.


 Fonte:  www.veja.abril.com.br
             wwww.serasaexperian.com.br

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

DIA MUNDIAL SEM COMPRAS



No próximo sábado (27), mais de 60 países comemoram o Dia Mundial Sem Compras (Buy Nothing Day), uma forma de protesto contra o consumismo exagerado que existe no mundo inteiro.


De acordo com Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu, "desde o pós-guerra, o modelo econômico tem sido baseado no aumento constante da produção de bens e serviços, muitas vezes sem uma preocupação mais detida com o real bem-estar das pessoas".


Para ele, esse modelo ignora os limites ambientais do planeta e a justiça social. "O que resulta em um mundo onde se vive para consumir, em vez de consumir para viver. Nesse processo, o consumo deixou de ser o que realmente é: um instrumento de bem-estar", destaca.


O protesto é realizado pelo mundo no último sábado de novembro – assim como ocorre no Brasil, na maioria dos países, o sábado é um dia tradicionalmente dedicado às compras –, mas nos Estados Unidos e Canadá, ele ocorre no dia seguinte à Ação de Graças.


Muito nas mãos de poucos

Hoje, existe um padrão mundial de produção e consumo insustentável. Para se ter uma idéia, a humanidade já consome 30% a mais de recursos naturais do que a Terra é capaz de repor, segundo o relatório Estado do Mundo – 2010.


E ainda é pior, pois apenas 16% da população mundial (o que representa cerca de 1 bilhão de pessoas) abocanha 78% desses recursos. O restante (22%) é dividido por 84% da população (5,8 bilhões de pessoas).


Comprar, sim, mas de forma consciente

De acordo com o Instituto Akatu, o Dia Mundial Sem Compras e o movimento mundial pelo Consumo Consciente não são contrários ao consumo, mas defendem que ele seja feito de forma diferente e mais contida.


A sustentabilidade significa garantir o acesso justo aos bens e serviços, o que implica que ele deve ser estendido a todas as pessoas que estão de fora hoje, e isso sem comprometer as gerações futuras.


Afinal, se o padrão de consumo daquela minoria de 16% fosse realizado por todas as pessoas do mundo, seria preciso cinco planetas para suprir a necessidade de recursos. Por isso, a necessidade urgente de mudança do estilo de vida da população.


Criatividade na hora da manifestação

A idéia do Dia Mundial Sem Compras surgiu no Canadá, no início do anos 1990. Desde então, são realizadas manifestações contra os males do consumo excessivo ao bolso, à sociedade e ao meio ambiente.


Uma das formas de protesto é o "Tour de Zumbis", feita por ativistas em shoppings e supermercados, onde eles andam pacificamente em grupos fantasiados. Outra é por meio da destruição de cartões de crédito e pela realização de feiras de trocas.


Os mais dedicados, além de não fazerem compra alguma, consomem o estritamente necessário de água, evitam ligar aparelhos elétricos, fazer ligações telefônicas e usar automóveis.


Fonte: http://web.infomoney.com.br

domingo, 14 de novembro de 2010

E-COMMERCE SEM SEGREDOS


“É possível viver da venda de produtos pelo Mercado Livre porque o portal democratiza o comércio on-line. Grandes empresários, pequenos e pessoas físicas brigam pelo mesmo público na plataforma”, diz Helisson Lemos, diretor comercial e de marketing do portal Mercado Livre.

Bem, E-COMMERCE é isso, e sua popularização abre uma série de oportunidades de emprego no Brasil em especial. Desde as grandes organizações de venda pela internet (é o caso do Mega Portal Mercado Livre) até o simples vendedor ocasional, utilizam essa eficiente ferramenta, e produzem volumes de transações que crescem muito acima das vendas convencionais.

Atividades como responder e-mails de clientes, despachar produtos pelos Correios, criação de anúncios virtuais e postar mensagens de divulgação em redes sociais como Twitter e Orkut estão entre as novas opções de emprego geradas pelo e-commerce, os quais criam uma nova forma de transacionar bens ou serviços, amplia, e muito, as possibilidades do empreendedor digital.

As compras feitas pela internet em 2008 chegaram a R$ 8,1bilhões, em 2009 totalizaram R$ 10,6 bilhões, com alta de 30%. Já nos seis primeiros meses de 2010, as vendas por meio da internet somaram R$ 6,7 bilhões, e deverá totalizar R$ 14,3 bilhões, o que indica uma alta de 35% em relação a 2009.

Além de uma fonte de renda, a venda pela internet também é o primeiro passo para a abertura de um negócio. Estima-se que 18% das pessoas que obtêm sua renda no através do e-commerce deixaram seus empregos para gerenciar a atividade.

Os líderes de vendas pela modalidade digital são livros, revistas e jornais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos, ou seja, produtos de baixo custo; os eletrodomésticos garantiram a terceira posição no ranking, logo à frente de itens de informática e eletrônicos; isso é reflexo da falta de informação e receio da maioria dos compradores, pois, ainda, a sensação de compra segura não é uma tônica do e-commerce.

Esse panorama vem mudando nos últimos dois anos, com a entrada de grandes grupos varejista, com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca e desenvolvimento de ferramentas de segurança, em sua maior parte por instituições bancárias.

Certamente o comércio eletrônico é, ainda, subutilizado e gradativamente irá ocupar o cenário nacional (ainda aquém da mundial) com uma hegemonia incontestável e inevitável, mudando as relações comerciais ao redor do globo e criando infinitas combinações empregatícias e de negócios. 

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

NEGÓCIOS E A POLÍTICA DOS 3’RS


A Educação Ambiental é um tema cada vez mais atual, um dos pilares da sustentabilidade e está tornando-se uma grande oportunidade de negócios, tanto em ambiente macro, como na iniciativa pública com a economia de recursos naturais e financeiros, ou na iniciativa privada com economia de recursos e geração de dividendos com a readequação, reutilização e reciclagem; chegando as nossas casas em uma abordagem micro, diminuindo as despesas domésticas e podendo até proporcionar alguma receita.

Um dos enfoques desse tipo de educação deveria se pautar na Política dos 3R’s que estão assim configurados: 

REDUZIR: A quantidade de materiais descartados no meio ambiente poderá ser reduzida exigindo-se produtos mais duráveis, mantendo um consumo mais racional e repartindo com outras pessoas o uso de materiais (equipamentos, jornais, livros, etc.). Sem dúvida haverá uma economia a partir da conscientização e redução na geração de lixo, assim como redução de custos de disposição final sendo que uma das formas de se tentar reduzir a quantidade de lixo é combatendo o desperdício. É certo também que evitar o desperdício em uma sociedade cuja ênfase é o consumo não é uma tarefa fácil. Porém, a partir do momento em que este desperdício resulta em ônus para o Poder Público e para o contribuinte, a redução do volume de descartados na natureza significará redução de custos, além de fator decisivo na preservação dos recursos naturais; não implica, necessariamente, queda do consumo e não significa ainda diminuição na nossa qualidade de vida. Ao contrário, tende a aumentá-la.

REUTILIZAR: Fazendo circular os materiais que ainda possam servir a outras pessoas como roupas, móveis, aparelhos domésticos, livros, brinquedos, etc.; usando embalagens retornáveis, desenvolvendo e apoiando atividades de recuperação e conservação dos mais diversos objetos.

RECICLAR: É não jogar fora, é inserir um determinado produto acabado, e já utilizado para o seu fim inicial, em um novo processo de produção. A reciclagem terá cumprido o seu papel quando o resíduo, depois de submetido a um processo de seleção e tratamento, transformar-se em um novo produto capaz de ser comercializado no mercado. Tudo que pode ser reciclado tem um valor e pode gerar receita, lembre-se disso.

Percebe-se hoje, mais do que nunca, que tais medidas dependem basicamente do efetivo envolvimento da população. Nesse sentido enfatiza-se cada vez mais a educação ambiental, a participação, a consciência ambiental e a mobilização da sociedade civil.

Dentro da doutrina de sustentabilidade, os fatores ambientais e sociais sempre estarão agregados a fatores econômicos; sendo assim, responsabilidade sócio-ambiental vale dinheiro, e crescerá como oportunidade de negócios em curto prazo.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

ENSINANDO AS CRIANÇAS



Acabamos vivenciando essa situação com amigos, conhecidos ou em nossa família mesmo, muitos pais ficam em dúvida se devem falar com seus filhos sobre dinheiro ou não. Qual a melhor hora para isso?

 Como tocar no assunto e se fazer entender, ser didático e não rabugento.

O certo é que para formarmos nossos futuros cidadãos e consumidores conscientes, é muito importante que elas aprendam a usar bem o dinheiro e controlar os impulsos desde cedo.


HORA DA MESADA

Se você puder, dê mesada, ou semanada, ou até mesmo uma quantia simbólica para seu filho começar a administrar o dinheiro; o principal objetivo disso é a conscientização através da matemática mais elementar, somar e subtrair, se conseguir guardar, ao longo do tempo a quantia crescerá, caso contrário, o resultado é ZERO.

Ensine como controlar uma mesada até a outra chegar, para que o dinheiro não falte. Desenvolva uma planilha de controle, faça seu filho encará-la como um jogo, poderá ser divertido ensinar.

E seja firme: se a mesada for gasta de uma vez, a criança deve sentir o efeito disso. Não dê mais dinheiro, como dizia minha mãe, melhor o choramingo agora que o pranto futuro.

MOTIVAR A POUPAR

Dê um cofrinho a seu filho, utilize-o com aquele troco da padaria, as moedas deixadas no console do carro, mostre que um oceano é formado por cada gota; utilize esse dinheiro como uma participação nos lucros da família, e sendo assim, não é fixo, não é considerada renda e sim fonte extra, transmita algumas noções básicas sobre economia doméstica, porém tente ser pouco formal, utilize exemplos do cotidiano das crianças.

Lógico que o seu desejo é dar tudo que seu filho gostaria de ter, mas nem sempre isso é possível. Quando for comprar um brinquedo, jogo, roupa etc., peça um pouquinho da mesada ou da participação dos lucros (lembra?) como uma maneira de juntar o dinheiro mais rápido.

Ao fazer a compra, comemore com seu filho e reforce a importância de ele ter poupado o dinheiro. A criança se sente importante em ter contribuído e aprenderá que vale a pena guardar o dinheiro para atender às suas vontades.

Perceba que você será responsável por um futuro mais estável de seus filhos.

Boa sorte.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

APROVEITE AS OPORTUNIDADES


Chamo a atenção dos senhores para uma reportagem que, a primeira impressão, parece um tanto quanto tosca, mas analisando algumas dicas do americano, Josh Stevens; esse mesmo ao lado; encontramos algumas saídas para nossos desvios e vícios de consumo.

Josh deverá passar um ano inteiro sem utilizar um único centavo, apenas terá cupons de compra, para alimentação, vestuário, moradia e tudo mais; ele foi escolhido pelo GROUPON, um site de compras coletivas para o feito, em troca receberá U$ 100.000,00. Essa modalidade de compra está em crescente na América do Norte e uma promissora maneira de economizar aqui no Brasil também.

Abro um parêntese para deixar a dica: Na barra de Gadgets ao lado direito do Blog, na Janela “CLUBE DE COMPRAS – APRENDA A ECONOMIZAR”, deixo alguns links de sites de compra coletiva. Vale à pena dar uma olhada.

Bem, voltando a Josh, nos últimos seis meses, diz ter aprendido várias dicas para economizar. Confira dez delas: 

Negocie: não assuma que os preços das etiquetas são definitivos. Decida quanto você está disposto a pagar e barganhe; 

Nunca pague para acessar a internet: Aproveite a rede wireless de seu vizinho. Vá a uma cafeteria próxima à sua casa ou ao lobby do hotel; 

Aproveite os refis: Se você gosta de tomar refrigerante, não pague por mais de um por refeição. Nos restaurantes que oferecem essa opção, opte por ela; 

Leve os ‘brindes’ dos hotéis: Nunca saia de um quarto de hotel sem levar uma pequena sacola com as miniaturas de xampu, condicionador e sabonetes. Não se esqueça também de pegar canetas e blocos de anotação; 

Nunca pague por telefone: Desista da sua linha de telefone fixo, assim como do seu celular. Para economizar, cadastre-se no Google Voice ou no Skype, que oferecem serviços gratuitos ou bem mais baratos do que as operadoras; 

Aproveite o couch-surfing: Feito informalmente ou por sites especializados, o couch-surfing é uma boa maneira de economizar na hospedagem. O serviço permite que se durma na casa de desconhecidos dispostos a receber hóspedes de graça ou por um valor simbólico; 

Aproveite eventos gratuitos: Parques públicos, museus que não cobram entrada, feiras na rua - tudo isso e muito mais pode ser aproveitado sem se gastar um tostão; 

Use clubes de compra coletiva: os descontos oferecidos pelos sites costumam compensar. No Brasil, alguns dos maiores são: Peixe Urbano, Clube Urbano e ClickOn; 

Perca-se: Algumas vezes, a melhor maneira de descobrir uma cidade é simplesmente andar sem rumo nem direção por ela; 

Procure um patrocinador: Se você tem alguma idéia de viagem ou projeto, mas não tem dinheiro para isto, faça um site, trabalhe nas mídias sociais e vá atrás de patrocinadores.

Fonte: REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS