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sábado, 7 de março de 2015

TENDÊNCIA PARA 2015 - LOGÍSTICA REVERSA

Ao tratarmos desse tema, ou tendência, para os próximos anos, é interessante entendermos sua definição mais básica, ou seja:

Logística inversa ou Logística reversa é a área da logística que trata, genericamente, do fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até ao local de origem. (Dias, 2005, p. 205).

Os processos de logística reversa existem há tempos; entretanto, não eram tratados e denominados como tal e sua abordagem era, de certa forma, muito pontual e não sistêmica, sem preceitos de sustentabilidade, visando apenas retorno financeiro. Como exemplos o retorno das garrafas (vasilhame) e a coleta de lixos e resíduos recicláveis, primeiramente por “catadores” e em novo momento por cooperativas.

Atualmente é uma preocupação constante para todas as empresas e organizações públicas e privadas, tendo quatro grandes pilares de sustentação:

1- conscientização dos problemas ambientais;
2- sobrecarga dos aterros;
3- escassez de matérias-primas;
4- políticas e a legislação ambiental.

A logística reversa aborda as questões que envolvem a recuperação de produtos ou parte destes, embalagens, materiais, dentre outros, desde o ponto de consumo até o local de origem ou de deposição em local seguro, com o menor risco ambiental possível. Assim, a logística reversa trata de um tema bastante sensível e muito oportuno, em que o desenvolvimento sustentável e as políticas ambientais são temas de relevo na atualidade.

Alguns setores da indústria (pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos) têm a responsabilidade pelo descarte final de seus produtos. A partir de 2014, os fabricantes devem gerenciar a retirada dos itens que o consumidor descartar e dar a esses produtos o destino correto, em parceria com governos e com o varejo.

Nesse momento entram as transportadoras, empresas de reciclagem e de destruição certificada. Segundo o Conselho de Logística Reversa do Brasil, o setor movimenta R$ 18 bilhões anuais e deve crescer até 2015, data limite para os fabricantes se enquadrarem.


Estamos atravessando (no Brasil, principalmente) um momento crítico para a política, gerando sérios transtornos à economia. Momento de repensarmos sobre muitas convicções que, atualmente, tem fragilidade de sustentação; programas assistencialistas não terão sua vez a partir do momento em que o colapso financeiro é eminente. 

A crise bateu à porta e precisamos recriar (além de um novo país) formas e processos produtivos e a “hora” é agora. Muitas pessoas farão desse limão uma limonada! 

domingo, 17 de março de 2013

JOVENS SOFREM COM A FALTA DE PLANEJAMENTO FINANCEIRO



A situação de endividamento dos jovens no Brasil é crescente, dados para comprovar este fato não faltam. 
Mais o que leva a esta situação? 
Fatores primordiais são a inexperiência no trato com o dinheiro, os impulsos consumistas e a facilidade em obter crédito fazem com que cresça o número de jovens brasileiros endividados. Mudar essa situação, organizando as finanças, é cada vez mais difícil e para isso os jovens devem saber o que fazer com os primeiros salários e bolsas-auxílios.
Os jovens até 20 anos estão começando a ter acesso efetivo a ferramentas de crédito, e estão assumindo o controle de suas finanças, entretanto, em sua maioria eles não tiveram acesso a educação financeira. O que faz com que ao terem dinheiro nas mãos acreditem que possam adquirir tudo que antes era impossível, utilizando parcelamento ou outras linhas de créditos que são na verdade dívidas.
É importante viver o presente, mas, isso não impede que já nos primeiros salários se comece a planejar e construir o futuro com segurança para ter a certeza de uma vida melhor, com mais qualidade, e mais no futuro um aposentadoria tranquila.
Para isso é preciso uma mudança imediata na forma com que os jovens trabalham o dinheiro. É necessário aprender a planejar para realizar sonhos e objetivos, saber o quanto eles custam, quanto tempo levará para realizá-los, e, principalmente, quanto dinheiro mensal será reservado.
É importante estabelecer uma relação saudável com as finanças desde cedo, porque, afinal, vivemos em uma sociedade capitalista, na qual o dinheiro é um meio para a realização pessoal. Assim, estabelecendo relações, incitando a reflexões e transmitindo conhecimentos, é importante que o jovem assuma as rédeas da própria vida financeira, por meio de um modo simples e eficaz de lidar com o dinheiro que é priorizar os sonhos. Por isso elaborei o ciclo para o jovem ficarem sem dívidas:

Ciclo da Vida sem Dívidas

Diagnosticar

·     Fazer um diagnóstico financeiro anualmente
·     Distinguir o que é essencial do supérfluo
·     Combater o analfabetismo financeiro
·     Saber o que é consumismo
·     Avaliar criticamente o marketing publicitário
·     Tomar cuidado com o crédito fácil

Sonhar

·     Ter no mínimo três sonhos: o de curto, o de médio e o de longo prazo
·     Saber a diferença entre desejo imediato e sonho verdadeiro
·     Definir prazos para realizar cada sonho
·     Priorizar sonhos no orçamento
·     Guardar sempre dinheiro para cada um dos sonhos

Orçar

·     Gastar menos do que ganha
·     Adotar modelo de orçamento que priorize o sonho
·     Ter sempre uma reserva para uma situação de emergência
·     Comprar sempre à vista e pedir descontos
·     Evitar compras em parcelas a perder de vista
·     Viver dentro do orçamento e nunca fora dele

Poupar

·     Poupar mensalmente parte do que ganha para os sonhos
·     Evitar pagamento de juros do cheque especial, cartão de crédito e de financiamentos
·     Investir de acordo com o tempo de realização dos sonhos
·     Dar preferência para investimentos de baixo risco
·     Respeitar o dinheiro, poupando tanto quanto for possível

quarta-feira, 20 de junho de 2012

MUDANÇAS ACONTECEM...

terça-feira, 1 de maio de 2012

DEZ PROFISSÕES EM ALTA PARA 2012 E ALÉM


Um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) em fevereiro de 2012 confirma a expectativa de contratação para os próximos anos baseada no aquecimento do mercado e aumento significativo na oferta de trabalho qualificado.

De acordo com o estudo, quem  deve liderar as contratações no país, além da área da engenharia, é o segmento do comercio, que atualmente é o principal empregador de uma economia que caminha cada vez mais em direção ao setor de serviços, dizem especialistas.
Em 2011 as empresas nacionais obtiveram êxito em estabilizar sua situação financeira e, a partir deste ano, estão buscando entregar resultados, como maximizar os lucros, algo que se reflete no perfil das contratações e para isso, as companhias brasileiras estão elevando suas exigências. Segundo o relatório da Firjan, 69,1% das empresas ouvidas requerem, no mínimo, algum tipo de pós-graduação para profissionais de nível superior. Já para mais da metade delas, o diploma universitário é indispensável, inclusive, para profissionais de nível médio/técnico.
O estudo aponta a demanda crescente para as seguintes profissões:
1) Engenheiro de Petróleo  ganha (em média): R$ 14.000

 É responsável pelo desenvolvimento de projetos de exploração do petróleo e seus derivados em poços e jazidas, buscando uma maior eficiência de produção sem dano ao meio-ambiente. Com a descoberta do pré-sal, a profissão ganhou 'alma' própria - e é oferecida, hoje, como curso de graduação nas principais universidades do país.

2) Engenheiro de mobilidade ganha (em média): R$ 12.000

Supervisiona grandes obras de infra-estrutura, verificando se estão adequadas às normas legais. Nos grandes centros urbanos, esse profissional é encarregado de gerenciar o planejamento do transporte urbano. A carreira entrou no radar dos recrutadores depois que o Brasil foi confirmado como sede de grandes eventos, como a Copa do Mundo e a Olimpíada.

3) Engenheiro ambiental e sanitário ganha (em média): R$ 8.000 a R$ 12.000

Concebe e executa projetos que diminuam o dano causado pela ação humana no meio-ambiente. A profissão é cada vez mais requisitada por grandes empresas e governos ciosos de seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.

4) Médico do Trabalho ganha (em média): R$ 10.000 a R$ 16.000

Trata-se de um ramo da medicina especializado na promoção do bem-estar e da saúde do trabalhador. Profissionais dessa área avaliam a capacidade de um candidato de executar determinada tarefa, além de realizar exames de rotina nos funcionários para verificar o cumprimento das obrigações trabalhistas.

5) Gerente de Recursos Humanos ganha (em média): R$ 8.000 a R$ 14.000

É responsável por recrutar novos profissionais e assegurar a permanência dos antigos. Antes subestimada, a profissão saiu do limbo e conquistou importância à medida que as empresas perceberam a necessidade de reter bons profissionais face à concorrência.

6) Controller  ganha (em média): R$ 10.000 a R$ 20.000

Analisa e interpreta as informações contábeis das empresas de forma a reduzir perdas e maximizar o lucro, utilizando, para isso, conhecimentos avançados de administração. Atua no "centro nervoso" da companhia, relacionando os campos da contabilidade e da administração.

7) Advogado de contratos ganha (em média): R$ 10.000 a R$ 14.000

Analisa e redige contratos. É uma das áreas do Direito que mais tem crescido, acompanhando a escalada das fusões e aquisições de empresas no Brasil.

8) Gerente comercial/vendas ganha (em média): R$ 8.000 a R$ 18.000

É responsável pelo planejamento e controle das vendas, desde a saída dos produtos da fábrica até a chegada à casa dos consumidores. Cada vez mais disputado pelas empresas, precisa ser bem relacionado e carismático, com conhecimentos avançados de administração e marketing.

9) Biotecnologistas ganha (em média): R$ 4.000 a R$ 5.000

Pesquisa a criação, melhoria e gerenciamento de novos produtos nas áreas de saúde, química, ambiental e alimentícia. Na área da microbiologia, pode atuar na produção de vacinas. É cada vez mais requisitado por indústrias, cientes da necessidade da otimização da cadeia produtiva.

10) Técnico em Sistemas de Informação ganha (em média): R$ 2.000 a R$ 3.000

Profissional de nível médio, é responsável por criar e analisar os sistemas de armazenamento e coleta de dados de uma companhia.

Então... Bons estudos!!!

Fonte: http://economia.terra.com.br/noticias

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

GESTÃO DE MUDANÇAS E TRANSIÇÃO

Os termos podem ter conotações semelhantes, todavia, quando ingressamos no tema de Gestão Corporativa, suas características são muito díspares.

Para o entendimento dessas diferenças, aparentemente sutis, precisamos de alguma base conceitual e princípios contemporâneos de gestão:

Gestão de mudança é uma área de estudo em administração que possui o enfoque na necessidade de constante adaptação das organizações contemporâneas; as quais são dotadas de paradigmas que fazem parte de sua cultura organizacional, esses paradigmas são comuns e regem o comportamento das pessoas, resultando muitas vezes no estabelecimento de culturas burocráticas e funcionais, as quais exigem uma atitude inovadora e eficiente. A intensidade e a volatilidade das pressões internas e externas impõem esses desafios para as empresas, fomentando a necessidade real da mudança e assim, a quebra de paradigmas.

Idalberto Chiavenato¹ afirma que “quem sempre viveu em empresas imutáveis e estáticas, fechadas e herméticas, onde as coisas não mudam, nunca aprenderá a mudar e a inovar”. Sendo assim, compete ao Gestor (nível gerencial) munido de perfil, competência e motivação encaminhar a equipe no sombrio e inglório “Vale das Mudanças”, demonstrando sua eficiência com o mínimo de resistência.

Gestão de transição compreende o desdobramento gerado pela mudança, ou seja, enquanto a mudança é a saída do ponto “A” e chegada ao ponto “B” em termos de Gestão Estratégica; a transição é a estrada percorrida de ponto a ponto, é formada pelo alinhamento de políticas estratégicas as metas gerenciais e resultados operacionais, uma espécie de sintonia fina da Organização.

Segundo Dino Mocsányi², em seu Artigo “Administração de Transições”, para compreender a vivência psicológica que as transições causam, deve-se compreender primeiro que estas se compõem, basicamente, de três fases: a conclusão, ou “fim” da situação ou fase anterior, uma transição em si, do “velho” para o “novo”, que podemos chamar de “região neutra”, na qual o “velho” já ficou para trás e o “novo” ainda não chegou, e o “reinício” de uma nova fase.

Atualmente um dos principais fatores de sucesso para Projetos em Organizações em todos os níveis, desde uma MPE às gigantes Multinacionais, em Escopo que gere mudanças significativas, esbarra na comunicação interna entre os níveis de autoridade, que é diretamente proporcional ao número de escalas hierárquicas; quanto maior mais interferência na comunicação entre o Estratégico ao Operacional; podemos comparar a brincadeira do “telefone sem fio”.

A velocidade da evolução de TI está impactando diretamente na planificação das estruturas burocráticas das organizações, tudo está ligado em tempo real e, assim sendo, Corporações com modelos obsoletos e pesados estão sendo “empurradas” aos processos de mudança, investindo pesado na Reengenharia de Processos e, mais recentemente, em BPR - Business Process Reengineering, objetivando melhoria de desempenho com base em processos otimizados, com versões atualizadas em curtos espaços de tempo.

Todavia uma pequena parcela percebeu a importância de gerir com seriedade a transição paralelamente às mudanças, quebrar paradigmas e investir na capacitação e aperfeiçoamento de seu capital humano, empreendendo um ritmo de equilíbrio entre a melhoria dos processos e a capacitação e, principalmente, conscientização e motivação de seus colaboradores.

Fica a reflexão: Processos não são nada sem pessoas; pessoas mudam processos em Organizações sérias, responsáveis e sustentáveis; o contrário pode ser “um tiro no pé”.

Notas:
1. CHIAVENATO, I. Os novos paradigmas. São Paulo, pag. 251: Atlas, 2000
2. MOCSÁNY, D. Portal Consultores. www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=16

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O QUE FAZER PARA TER UM PRÓSPERO ANO NOVO



Caros amigos, entre alguns artigos que vasculhei na internet, deixo abaixo um que considero de interesse da grande maioria...


...o ano passou voando e estamos a pouco mais de dois meses do Natal, Revellion e Férias de Verão; muito bem, este é um bom momento para algumas decisões.


Vejam algumas dicas de Antonio De Julio, instrutor da MoneyFit e consultor de Economia:


Já reparou que o ano “acaba” cada vez mais cedo? Outubro mal chegou e já temos panetone nos supermercados, veículos versão 2012 nas concessionárias, decoração natalina à venda e por aí vai. Ou seja, o 13º salário nem entrou na conta dos brasileiros e o comércio já está “seduzindo” o consumidor para que ele gaste antes mesmo de receber.


É importante lembrar que, depois de toda festa regada a muita bebida, vem uma forte ressaca. Estamos falando de janeiro, o mês dos “Is”. IPVA, IPTU, “Ihhhhh, faltou dinheiro para a matrícula dos filhos” e por aí vai. Lembrando que a previsão é de aumento da inflação, o que inclui o IGP-M, utilizado para calcular o reajuste de contratos de aluguel de imóveis.


Em geral, quem consegue enfrentar o mês de janeiro sem entrar no vermelho tem grandes chances de manter as contas em dia no decorrer do ano. Mas, para isso, é preciso se planejar. Veja algumas dicas:


1) Conheça a si mesmo antes de começar o ano novo: saiba quanto gastou por mês com água, luz, combustível, supermercado, compras, lazer e prestações em 2010. Coloque essas despesas em uma planilha e veja o que pode ser reduzido. Despesas relacionadas ao consumo (despesas variáveis) são mais fáceis de abater. O seu extrato bancário dos últimos 12 meses pode dizer maravilhas (ou não) ao seu respeito. Faça um mapa de todos os financiamentos e prestações adquiridas em 2010 e veja o quanto precisa de sua renda para tratar desses assuntos.
2) Só pense em adquirir um novo bem se tiver condições financeiras.
3) Aprenda como funcionam os juros compostos nas compras a prazo. Não se iluda com a avaliação de que a parcela cabe no seu bolso. Antes de fechar uma compra, calcule como e quanto irá pagar pelo produto.
4) Dedique parte de seu tempo para pensar em sua carreira profissional. Será que na mesma empresa onde trabalha não existe uma oportunidade melhor? E nas outras empresas? Não vale a pena disparar alguns currículos, com a tranquilidade de estar empregado?
5) Não é só de empréstimos e financiamentos que vive o mundo. Se já tem um carro e pode esperar um pouco, um consórcio pode ser uma boa pedida para comprar um novo. Fuja do imediatismo.
6) Converse com sua esposa e filhos sobre planejamento doméstico. Um time que joga unido tem mais chances de ser campeão do que um time que tem um artilheiro que não passa a bola pra ninguém.
7) Quem deve cuidar da sua saúde financeira é você. Conheça os planos que seu banco oferece e as taxas que ele cobra. Por mais experiente que o seu gerente seja, quem sabe onde aperta o calo é você.
8) Seja realista: não adianta querer ter uma casa na praia ou fazer a viagem dos sonhos devendo no cartão de crédito e no cheque especial. Concentre-se em quitar seus compromissos e pense duas vezes antes de contrair uma nova dívida.
9) Cheque especial não é complemento do salário. O cheque especial só deve ser usado em situações reais de emergência.


Lembre-se: o importante é viver em paz com nosso dinheiro, que deve ser a base para a prosperidade, para o futuro. E não existem grandes fortunas sem pequenos investimentos. Quem gasta mais do que ganha, não está apenas contraindo dívidas. Está deixando de plantar as sementes de seu futuro.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

PRIMEIRO ANO DO BLOG


QUERIDOS AMIGOS E COLABORADORES DO BLOG...


PRIMEIRAMENTE GOSTARIA DE AGRADECER A PARTICIPAÇÃO DE TODOS NESTE PRIMEIRO ANO DE BATE PAPO SOBRE ASSUNTOS QUE DIRETA OU INDIRETAMENTE PARTICIPAM DO COTIDIANO DE CADA UM DE NÓS.


NESSE PERÍODO, PERCEBI QUE O MAIOR INTERESSE NAS CONSULTAS DO NOSSO BLOG FOI O TEMA “SUSTENTABILIDADE”, ALIÁS, FICO MUITO FELIZ AO CONSTATAR ISSO NAS ESTATÍSTICAS DE PESQUISAS, SIGNIFICA UMA CRESCENTE, NÃO MODISMO, MAS UM SENTIMENTO DE RESPONSABILIDADE QUE FLORECE NAS PESSOAS COM MUITA NATURALIDADE.


JÁ VALEU A INICIATIVA DE CRIAÇÃO DESTE BLOG.


OUTRO ASPECTO INTERESSANTE, ACREDITO EU, É O RECONHECIMENTO DE OUTROS CANAIS DE COMUNICAÇÃO NA INTERNET, ESTA SEMANA FORAM PUBLICADOS NO PORTAL DE CONSULTORES DOIS ARTIGOS VINCULADOS AQUI NO BLOG, MELHOR AINDA, CRIARAM NO PORTAL UMA PÁGINA DEDICADA AO TEMA SUSTENTABILIDADE.


BEM, DEIXO AQUI OS LINKS PARA CONSULTA:


INVISTA EM SUSTENTABILIDADE


NEGÓCIOS E A POLÍTICA DOS 3 R's


MINHA APRESENTAÇÃO NO PORTAL


DEIXO MEU CORDIAL ABRAÇO A TODOS.


FRED DOMINGOS

domingo, 29 de maio de 2011

KAIZEN: FOCO NA GESTÃO DE SI PRÓPRIO.


"Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro, promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior".
Dalai Lama

É uma palavra japonesa que quer dizer "melhoria contínua".
Outro dia recebi uma história muito interessante, chamada "O Tesouro de Bresa", onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro. 
Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro. Ao estudar e aprender estes idiomas começam a surgir oportunidades na vida do sujeito, e ele lentamente começa a prosperar.
Depois ele precisa decifrar os cálculos matemáticos do livro. É obrigado a continuar estudando e se desenvolvendo, e a sua prosperidade aumenta. No final da história, não existe tesouro algum - na busca do segredo, a pessoa se desenvolveu tanto que ela mesma passa a ser o tesouro.
O profissional que quiser ter sucesso e prosperidade precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência.
Vejo com freqüência as pessoas dando um duro danado no trabalho, porque foram preguiçosas demais para darem um duro danado em si mesmas. Os piores são os que acham que podem dar duro de vez em quando. Ou que já deram duro e agora podem se acomodar.
Entenda: o processo de melhoria não deve acabar nunca. A acomodação é o maior inimigo do sucesso!!! Por isso dizem que a viagem é mais importante que o destino. "O que você é" acaba sendo muito mais importante do que "o que você tem". A pergunta importante não é "quanto vou ter?", mas sim "no que vou me transformar?". Não é "quanto vou ganhar?", mas sim "quanto vou aprender?". Pense bem e você notará que tudo o que tem é fruto direto da pessoa que você é hoje. 
Se você não tem o suficiente, ou se acha o mundo injusto, talvez esteja na hora de rever esses conceitos.
O porteiro do meu prédio vem logo à mente. É porteiro desde que o conheço. Passa 8 horas por dia na sua sala, sentado atrás da mesa. Nunca o peguei lendo um livro. Está sempre assistindo à TV, ou reclamando do governo, do salário, do tempo. É um bom porteiro, mas em todos estes anos poderia ter se desenvolvido e hoje ser muito melhor do que é. Continua porteiro, sabendo (e fazendo) exatamente as mesmas coisas que sabia (e fazia) dez anos atrás. Aí reclama que o sindicato não negocia um reajuste maior todos os anos. 
Nunca consegui fazê-lo entender que as pessoas não merecem ganhar mais só porque o tempo passou. Ou você aprende e melhora, ou merece continuar recebendo exatamente a mesma coisa.
Produz mais? Vale mais; ganha mais. 
Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa. 
É simples. Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional. Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro. É só ver o que acontece com o ganhadores da loteria, astros, atletas. Em poucos anos perdem tudo. Alguém certa vez comentou que se todo o dinheiro do mundo fosse repartido igualmente, em pouco tempo estaria de volta ao bolso de alguns poucos.
 
Porque a verdade é que é difícil receber mais do que se é. Como diz o Jim Rohn, no que ele chama do grande axioma da vida: "Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje".
  
Esse deveria ser o foco da sua atenção. Não é preciso saltos revolucionários, nem esforços tremendos repentinos.

Melhore 1% todos os dias (o conceito de "kaizen"), em diversas áreas da sua vida, sem parar. Continue, mesmo que os resultados não sejam imediatos e que aparentemente/superficialmente pareça que não está melhorando. Porque existe, de acordo com Rohn, um outro axioma... o de não mudar: 

"Se você não mudar quem você é, você continuará tendo o que sempre teve
."

Texto de José Caldas

domingo, 1 de maio de 2011

A INOVAÇÃO VEM DO CORAÇÃO


Para tudo na vida sempre teremos duas escolhas, em casa ou no trabalho, em sociedade ou no seio da família, todo impasse terá inúmeros desdobramentos, mas apenas dois meios possíveis; poderemos encarar o problema e resolvê-lo através da eliminação de sua causa, ou paliativamente fugir, deixar que o “tempo” se encarregue de resolvê-lo, e quando muito “enxugar gelo” com a administração empírica dos efeitos.


Estamos em um momento de transição nunca antes enfrentado, em um bom sentido para os espíritos aventureiros, não tão bom aos derrotados de plantão; todavia, a afirmação é unânime, estamos passando por momentos de ajustes severos em todos os níveis da sociedade, na família e no próprio ser individual.


Seria lógico imputar à mente humana o fator de solução aos desafios contemporâneos, afinal quem pode solucionar nossos problemas, encaminhar nosso barquinho chamado vida a um “porto seguro.” Parece óbvio, mas não é...


Quando afirmamos que a mente pode levar-nos a todas soluções necessárias ao bom desenvolvimento em nossos relacionamentos pessoais, trabalho e até dilemas pessoais, esquecemos que nossa mente só consegue resolver problemas que já foram enfrentados antes e, com base em aspectos lógicos e confrontação de situações, chegamos as soluções possíveis.


Só uma questão:


-Estamos encarando situações comuns e freqüentemente enfrentadas por cada um de nós?


Acredito que não, as Instituições estão mudando, os executivos estão mudando, nossos filhos estão mudando, nossos relacionamentos estão mudando, os governos estão mudando, nada é como era a poucos (pouquíssimos) anos.


Agora voltamos ao primeiro parágrafo, sim, pois no momento em que nossa razão (entenda a nossa mente) se depara com algo novo, somos tomados pelo MEDO, e a decorrência disso é trágica, pois escolheremos sempre a segunda forma de solucionar determinados problemas; ou seja, nos preocupamos com o efeito, nos iludimos e “enxugamos gelo” acreditando que tivemos uma saída genial, nos fechamos para as opiniões de amigos e familiares, passamos a ser cada vez mais individualistas.


Gostaria de deixar alguns conceitos deixados por Willian Edward Deming, principalmente verificados em seu livro “A Nova Economia”, que já nas décadas de 40 e 50 já projetavam as mudanças que nos dias de hoje seriam inevitáveis; pautado em 14 pontos principais necessários a evolução da Escola, do Governo e das Organizações, sendo assim deixo os que considero pertinentes ao assunto:


Livrar-se do Medo


Deve ser encorajada a comunicação entre todos e outros meios para eliminar o medo que possa permear a organização de forma que todos possam trabalhar efetivamente e de forma mais produtiva para a organização.


Quebrar barreiras


Devem ser eliminadas as barreiras entre Organizações, departamentos e pessoas.  As pessoas em áreas diferentes, como operacional, manutenção, administração, possam trabalhar em equipe para enfrentar problemas que possam ser encontrados na organização, na família, no Governo, etc. Devemos desenvolver relacionamentos considerados “quânticos” entre as pessoas, afinal fazemos parte de um organismo vivo chamado sociedade.


Eliminar as exortações


Acabar com o uso de slogans, posters e exortações para os trabalhadores, para os elementos da família em detrimento de outro.  Tais exortações apenas criam relações conflituosas; o grosso das causas da baixa produtividade e baixa qualidade em Organizações, desajustes familiares e graves desvios de conduta em nossas escolas, estão no sistema adotado atualmente para um pseudo reconhecimento de mérito.


Encorajar a educação


Criar um programa vigoroso de educação e encorajar o auto-desenvolvimento de cada um.  O que uma Organização precisa não é apenas de bons empregados, ela precisa de bons empregados que estejam melhorando com a educação.  O maior bem a ser deixado a nossos filhos é o que ninguém pode roubar, o conhecimento. Melhorias comportamentais tem a sua raiz no conhecimento.


Analisando essas afirmações percebemos que a mente nunca seria capaz de chegar às soluções acima encontradas, a mente gera o medo a cada momento, e hoje o que menos precisamos é de mais medo; a competitividade é fruto da lógica humana, nos encaramos como inimigos potenciais, precisamos de colaboração, e assim cresceremos em outro patamar de evolução, sem competitividade, sem exortações e educando as novas gerações, ensinando a ouvirem mais o coração.

quarta-feira, 30 de março de 2011

A CULPA É DA ESCOLA?


A palavra Sustentabilidade  tem tomado um contexto de modismo, pautando por diversas formas de se manter o meio ambiente o mais intacto possível sem esquecermos o famigerado “Progresso”, chega a ser impraticável dentro de uma lógica mediana; todavia muito é dito e defendido a respeito de sua otimização, com bases não-predatórias, mas visando a ascensão do consumismo, aproveitando, através de recursos próprios, como o material descartado que pode ser reciclado, esquecendo que para isso necessitamos de energia, e muita por sinal.

A melhor definição que encontrei para essa palavra foi:

“Suprir as necessidades  da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas”.

Deixo duas perguntas referentes a essa afirmativa:

Como mensuramos nossas reais necessidades atuais?

O que ensinamos as futuras gerações (nesse caso nossos filhos) sobre as suas reais necessidades?

Encontrar novas formas de se educar os futuros inquilinos do planeta, na maioria das vezes, desprovidos de informações fundamentais à qualidade de vida pessoal e coletiva, além de desafiador, transforma-se em uma batalha titânica. Para a conveniência de grande parcela da humanidade, a escola é a maior referência e responsável pela conscientização de nossas crianças.
Discordo em parte. Dentro dessa linha de pensamento, pesquisadores desenvolvem diariamente técnicas de reaproveitamento de materiais e utilização de outros menos impactantes, ao mesmo tempo, nossos professores realizam inúmeros trabalhos voltados à conscientização ambiental, estimulando as atitudes ecologicamente corretas; até mesmo o Governo assume pequena parcela de responsabilidade e busca informar a sociedade.
E nós, como pais, colaboramos com alguma coisa?
Infelizmente não, quando não alienamos nossos filhos com padrões fúteis de consumismo; achamos muito erudito falar em Sustentabilidade com os amigos, mas mudamos o discurso em nossos lares.
O trinômio da sustentabilidade, responsabilidade social, econômica e ambiental não faz parte do dia-a-dia no seio da família, pois buscamos educar nossos filhos para vencerem na vida, mesmo que outro seja explorado; que eles vivam de aparência (como nós mesmos vivemos), educação financeira é caretice; que possam consumir cada vez mais e mais, independente da necessidade de cada um.
Resumindo, fazemos tudo ao contrário, queremos deixar um mundo melhor, mas com cidadãos cada vez piores. Assim, quem precisa aprender somos nós, voltarmos aos bancos escolares ou ouvirmos mais nossos filhos; não deixaremos um mundo melhor para nossos filhos se não entregarmos filhos melhores ao mundo.
Fred Domingos